Será que alguém pensa em nós? No que sentimos por estar fora de aí?
Sozinhos e com saudades? Como serão as coisas no futuro? Que poderei fazer, estando e deveria desejar estar mais sozinho.
Nascemos para provocar dor e para sentir dor.
Provocamos dor a uns e outros provocam-nos dor a nós.
Se tu não estás poderás existir? Soa muito batido, és o ar que respiro, logo para respirar necessito de ti. Será verdade? Não.
Se tu não estás será que existes? Não da mesma forma.
Com o passar dos anos este tipo de emoções não fazem sentido. Porque a vida é iminentemente curta, também incerta.
Se não estás, não estás, poderás para mim existir se não estás.
Os fluxos do porquê. Não estás não deverias existir de qualquer forma. Mas... o romance, o odor persiste...
O meu coração estremeceu será que já morri?
Chego ou chegamos?
Dias, meses, anos, segundos, minutos, horas, unidade de TEMPO.
Hoje, amanhã ou ontem.
lunes, 16 de noviembre de 2009
Estúpidas
Esse ser de mim que continua a ser nada mais tenho de sair equilibrado. Muito equilibrado. Com palavra!
Quando acordo já é outro dia. Ser objectivo, a rua, a música artificialmente nos ouvidos.
Reescrever, escrever sem ter medo de esquecer alguma coisa. Assim na lingua de Camões.
- Escreve o que é importante agora, neste precíso momento. Não te preocupes com o que escreves-te esta manhã. Não percas tempo com coisas!!!!
Escrever sempre fez com que eu fosse forte, livre, sem dependências, de nada de ninguém. A verdade qual será a verdade?
Não eu sempre soube dizer não! Sem medo de nada.
HASTA LA MUERTE TODO ES VIDA - Miguel Cervantes
A única forma de ter Portugal, seria construir algo digno junto a mim. As culturas, os sabores, os odores, o fascínio pelo belo, pelo colorido.
Todos os dias deveria sair assim. Silenciado multidões, controlando eu o barulho. Sim, sim esqueci-me e não sei onde ficou.
Sim, sim quero viver com a minha liberdade sem pedir nada a niguém.
Natal
Qual será o presente de Natal que vou receber? (14/12/08)
Outra vez a mesma história de sempre.
Chegou e a sorpresa foi dizer...
As tuas mãos não chegam às minhas, não há carinho, não há intensidade, não momentos.
?Cual será el regalo de Navidad que voy a recibir?
Otra vez la misma historia de siempre.
Tus manos no se acercan a las mias, no hay cariño, no hay intensidad, no hay momentos.
Retirar o excesso do interior
Os homens já não são homens. O tempo já não é tempo, é espera. A liberdade já não é liberdade, é um compromisso com regras. O amor já não é amor, e um contrato!
Não fui suficientemente forte para reter o sonho e lutar por ele. Agora o bem estar já não é bem estar! A felicidade agora tem um preço de etiqueta e a verdade é que esse preço já não é um preço propriamente real. É uma realidade inflacionada por impostos!
A religião que eu tinha ou tenho, tanto peço para não sentir este sentimento caótico, claustrofóbico, parece que caminho junto a um abismo!
Não quero estar sozinho, mas também não quero sentir-me um idiota!
Não, não, não, não me entra na cabeça que tenho de agir como um estúpido, um infâme estúpido que não aplica as regras tal como têm de ser! A luz que alguma vez tive na minha vida, agora é um ténue raio de sol que só aparece quando quer.
Já não há choro que me "desafogue", já não há amigo que me aguente. Não há, não há...
Porque tenho de viver desta forma? Há um Deus qie continua a existir a pôr-me à prova a dizer-me um caminho que tenho de seguir e por onde poderia fugir de tudo, de todos, de mim. Fugir de mim? - Que mais bela solução!
Já, já não sei escrever, já não me chega chorar, agora me resta esperar e nada dizer, apenas aceitar. Aceitar aquilo que me dão, que eu aceito por solidão.
Oh Pátria minha de valores, de simbolos, de derrotas e vitórias que se fora um dia, o povo, que esqueceu sem ter sequer entendido se o que realmente passou foi real. Ficaram os símbolos, as tradições, as romarias, os rituais qie tratamos de tentar assimilar.
Pedir a Deus a Paz, aqui no meu interior e perguntar porque me sinto tão mal, tão infeliz, que perdi para me sentir tão sozinho e gritar a dizer que assim não me quero sentir.
Sentir de mim não me atrevo a confiar sentir de mais alguém... mas tenho pânico de deixar de sentir de acordar só e sozinho. Vazio, sem emoção, sem nada. Ponto final de várias estórias que não chego a terminar. A dor, a solidão, a saudade, o tempo, a memória do querer estar bem já não está. Quero estar, mas esse tempo que foi não voltará a ser o que era tempo!?
Saudade de outros tempos, espaço fisíco, cheiro, amor que já não está. Onde estou, acordo e onde vou, que rua? Que cidade, que cama, quem? Quem fica nessa cama essa noite e essa manhã que o teu odor se foi, ninguém está.
Sinto-me sinceramente, não sei como sentir, o amor é um sacrificio? É essa dor constante que me consome o pensamento. Não sei porque me sinto só?
Se existe todo este mundo por descobrir, esse sorriso por desvendar. Não qiero ouvir falar, quero que se vá o mais feio desses pensamentos que paz não me dá.
Queria, queria entender esse desejo de renascer, de viver e falo sempre de mim porque o resto parece acessório...
E quando chegue dizer - não preciso de ti, sozinho posso ver onde vou chegar e como vou sentir e que mais dizer que posso fazer sem te necessitar.
A Arte de viver está em saber criar sem grandes ambições populistas. Criar a tua obra o teu sonho, o teu dizer a vida vai nesse barco e nos calos que soubeste manter. Essa luta diária por criar, por fazer, esse sorriso cheio de emoção de vida, de ti! Não morte e solidão que não possa vencer não há paz que não possa alcançar.
Que humor esse de dizer que nada se passou, quando o tempo e fazer se esgotam... Posso? Não me espanta a ideia!? Mas como fazer? Como posso fazer e assim actuar.
Não quero estar a enganar-me, a criar amarras sobre mim que não existem. Lutar em que guerra, ou que batalha? Ter um sonho que não devo! Ter uma aspiração que se calhar não mereço.
Começar do zero, abrir horizontes sem sacrificios por nada e por NINGUÉM! Viver, viver platonicamente por esse alguém que não existe, que não me telefona porque não existe! Outro e outro e outro e mais outro. Todos rejeitados e quando um me rejeita a mim?
Senhor que dia foi que nasci? Que regras tenho de ter, onde tenho de ir, que plano tenho de fazer? Sozinho quero estar.
Ninguém merece assim viver. Eu não me posso impôr a mim esta forma de viver. Esse medo de receber, esse choro por esse caminho, esses minutos que estou a contar, essa profunda incerteza de não saber que fazer.
Essa força e coerência que não tenho de não saber como fazer. Meu Senhor que fazer? Este caminho onde me vai levar, a quem quero eu enganar. Hipotecar para tudo perder?
Não confio, mas afinal o que se está a passar. Honra, Palavra, Saber?
Porque tenho de estar a sentir? Qual o caminho que devo de seguir, as palavras que tenho de dizer, as explicações que tenho de ouvir ou aguentar em um acreditar cobarde, mediocre. Sem nada, vazio, muito vazio. Não quero!!! Não devo saber onde vou regressar. Não tenho que esperar o meu pensamento, magoar-me a mim mesmo. Penso não querer sofrimento, mas parece que sempre estou a procurar esse coração a sangrar, que tem a perder. Quem tem a perder?
Será que a esta casa tem de chegar? Será qie a mim me terá de amar? Será que a mim me terá de respeitar? Que mundo esse de pensar que assim poderiaser sem ter de abdicar.
Que posso perder que tenho de sofrer é exactamente igual que outras vezes e o mesmo erro estou a cometer.
Tenho medo não sei ,muito bem de quê, se tenho tudo para estar. Apenas procuram um lugar ao Sol, como o tema da Lena de Água. Mas o que não se sabe muito bem é essa letra por letra.
Não sei onde vai esta música. Porque me estou a deixar enganar, porque me estou a deixar enganar, que preguiça, que medo esse que não te deixa viver. Estar seguro de uma dor que não te deixa ver aonde vais tu a correr. Preciso de luta, inspiração por MIM,EU oiço o coração. Que mentira que som que me entropece o caminhar. A resposta será sempre a mesma. Estou bem! A surpresa de chegar, cheguei tipo o meu coração vai animar. Isto é uma doença que eu posso controlar. Não necessito de ninguém. Estou a pagar por mentir-me a mim mesmo, por ser idiota de alguém que não quer estar. Já conheço, não gosto não tenho de estar. E que mais podes esperar de um dia brilhante acordar, estou sozinho não sei quefazer porque, porque... O idiota não soube pensar! O sofrimento e a privação a mim sempre me fez criar. Eu, eu esse que eu esqueci, estupidamente que nem do tempo soube retirar esse atenuar de dor.
Continuo a cometer os mesmos erros nem sequer deveria pedir que bem estava esse dia também. Esse dia que eu sabia existir. Se as coisas fossem fáceis.
Que teatro, de que forma devo esperar?!
O tempo, o horizonte não existe, o maior desafio seria eu aqui existir!
- Faz o esforço de sair!
Quero garantir a minha dor!
Como bom português não preciso de ti para nada...
Não sei porque fraquejei porque perdi tanta da minha força. A minha capacidade de enfrentar e tudo isso superei. Talvez um dia eu possa entender. Foram várias as coisas que pude superar. TU SERÁS UMA COISA MAIS!
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