As pessoas são o que são. - Pessoas...
Não existe verdade mais triste que isso, chegarmos à conclusão que não somos imunes ao tempo, à mortalidade.
Os jogos de palavras sempre foram interessantes, mas o entendimento escasso – escrever sobre questões existenciais é escrever sobre nada. Porque somos nada no meio de um mundo de mitos e de construções virtuais, de bons, maus, feios, bonitos, ricos, pobres...
Aquilo que realmente nos perguntamos é uma necessidade de sobreviver ou viver o mais comodamente possível no mundo dos todos mortais. É errado o sentido de possessão, porque nada realmente chegamos a possuir. O Amor, o Dinheiro, a Saúde, a Beleza, a Inteligência.
Tenho medo da mortalidade, não pelo fim, mas pelo caminho.
O que somos pessoas?
- Uma pessoas solitária na sua sala a ouvir música, em busca de encontrar-se, em busca de saber o que existe, finalmente que existe?
Um cigarro terminado, uma musica terminada, uma hora terminada e um medo que chega pela noite, mas já se estava esperando esse medo, o da solidão, o da incerteza, o da verdade, da mentira. Puramente confusão de alguém que vai existindo, que crê existir.
Seria tudo muito mais interessante se efectivamente o ser fosse unicamente espiritual e vivesse ao som da existência do seu pensamento. As palavras conflituosas que nos assombram o pensamento, as más construções teóricas do que deve ser e como deve ser e onde deve de ser.
Fica a lembrança do passado, a vivência do presente e as projecções do futuro. Jogos de palavras...
Onde tenho que estar?
Onde me peçam que exista!
I - Um dia mais no resto da minha vida.
Hoje decidi deixar de ter medo de falhar e voltar a tentar recuperar isso que é nosso, do comum direito dos mortais, viver. Bem ou mal isso por agora é relativo! Sempre com medo do que possam dizer, se vai estar bem ou mal! Deixei durante muito tempo de falar de mim, deixei de lado essa obrigação de contar história minhas e de outras pessoas, que tenho a certeza que gostariam que conta-se as suas histórias. Sei onde estou, ou penso conhecer o espaço o que me rodeia e possivelmente até onde vou! O mundo, eu, as pessoas, as falhas, os êxitos, que vai quem chega. Que se diz e que o tempo passa... Queria falar sobre isso, sobre essas teorias que afloram no meu pensamento, nessas grandes mensagens que quero dizer ao mundo, esse sitio de onde venho...
Nunca pude estar mais consciente dos mitos, da ideias pré concebidas que fizeram que durante muito tempo pensasse que o mundo era infinito, que as pessoas eram infinitas. Enquanto crescia as pessoas iam desaparecendo, que é isso de desaparecer? As mensagens foram sendo cada vez mais e a dor cada vez mais forte. Sim afinal somos mortais e as coisas acabam. As mensagens que se deixam passar e afinal não temos de ser tão claros assim, afinal estou aqui deitado na minha cama, resguardado pelas paredes do meu quarto, há mosquitos que me picam. As coisas devem ser ditas tal como são, sem qualquer tipo de receio. Chegamos à firme conclusão que afinal não passamos de pessoas, nem boas, nem más, - em sentidos absolutos - apenas pessoas. Será que se poderia fazer mais? Será que eu poderia dizer mais? Afinal que somos de este caos organizado? Nunca saberemos a resposta... Quando se procura um género literário, um esquema, histórias, coisas para dizer de isso que sempre estive a falar, a questão dos odores, dos critérios de classificação, do medo de esquecer, de não saber dizer.
As historias foram sendo reproduzidas oralmente sempre com diferenças, mas com o mesmo intuito, divulgar esse ser que habita no fundo de quem quer existir. Que expressa essas mensagens, delineadas pela experiência, desse menino que foi crescendo e conhecendo, passando do infinito ao finito ... O menino que tomava o chá das cinco, que comia pintarolas fazendo de conta que eram comprimidos para dormir, “Como pobre menina rica! - A varanda sempre me causou várias sensações, de descoberta, de tempo, de brincadeira, de maldade, de diversão, de prazer, da água, do baloiço, da explanada improvisado no verão... A piscina pequenina improvisado no tanque onde tratávamos da nossa roupa. As frieiras de inverno, a chuva, as baixas temperaturas e o apuro de fazer bem as coisas de ter a roupa lavada para os homens. Nunca se pensa nessas coisas, sim lia muito para escapar ao aborrecimento da província, sim procurava escapar da ignorância. A ignorância que poderia ser um “doce” sonífero para esta realidade, sem mitos, com opiniões relativas, onde generalizamos sem regras e a culpa se faz sentir. A critica é demasiado cruel para que passa gordo, magro, gay, feio, bonito, com cheiro forte a colónia muito barata. A falta de vergonha de mostrar uma barriga numa camisola apertada. Qual é a mensagem de isto que não se entende. Será que ficaria a tremer por conhecer um jogador de futebol conhecido, que fala pouco bem mas que joga muito e dá emoção às pessoas e acham que interessante, inteligente o objectivo é entreter. As pessoas gritam, saltam, ferem, e depois ficam emocionadas, a tristeza da derrota, o sabor da vitória de onze o doze e ficam até ao final ou são substituídos e correm e outros aplaudem e voltam a gritar. Queria contar essa historia com o género literário que já foi inventado, o conhecimento é bom, a globalização ensina partilha e destrói, reúne faz saber. Não fica nada nesse sentido que se possa dizer, para que falar claramente, as verdades podem parecer absolutas quando na realidade não o são.
Hoje sentia-me bem, a receber amor, esse gesto de carinho esse toque inusitado, esse som da música os ruídos do cão. A morte, o silencio, a alegria e a tristeza, o cheiro forte, o sabor familiar, a saudade. O telefone com muitos gadgets, auxiliares de memória, mensageiros de noticias e difundem, difundem. Nada está claro! Ontem a raiva e o silencio do pensamento da vingança, o fazer esse crescer sem olhar a meios, os interesses sem saber quais são os interesses.
Recentemente se foi Saramago e Feio, a mensagem ou apontamento virtual feito num difusor de vídeos de Internet, a vida e viver! Se continuara pequenino, como quando era menino, não houvera lido nem visto nada de eles, a partida deles não representaria nada, mas o conhecimento, hábito de procurar informação, de rir com entretenimento, piadas, de conversas da treta fizeram que eu senti-se e que tenha posto a pensar no finito, finito, finito... Quando se acaba.
Essa capacidade de pensar com nível, será que alguém pode meditar sobre isso, essa raiva! Aqui não existe a identificação clara do que é passado e presente, possivelmente se poderá identificar pelo tempo verbal o futuro que é incerto por isso não vale muito a pena estar a falar sobre ele, as previsões podem ser equivocas, diferentes e se as coisas passam terão de passar de forma espontânea, natural. Deixei de fazer muitas coisas, andei a viajar e passei simplesmente a falar da cultura do que era (não significa que seja precisamente passado!)
- Pode significar que essa ponte do tempo ainda não tem a distancia definida. Não podemos pensar que sim, agora estou aqui e amanha. Sim de loucos, todos com a teoria à procura de definição e das leituras implícitas que podem ter uma mensagem. A experiência de vida, o imaginário familiar a devoção pelo amor familiar, paterno, materno, o destino, afinal estou bastante confuso. Onde será que está todo esse carinho e afecto e aprendizagem e tu que fazes? Não sei sinceramente qual é a dimensão, quais são medidas de isso que estás a pensar de uma forma louca. Não estou a pensar mas sim a escrever, para pensar tenho de deixar de escrever... Fiquei com a ideia que poderia escrever um diário com datas, mas para que faço isso. Ninguém é tão importante, tão Deus, a quem pedimos que nos ajude. Já passou já estou mais calmo esse sonhe que escrevi sobre frustrações, nunca pude vencer verdadeiramente porque não me consigo entender. Assim que o meu cão também não me sabe entender.
O primeiro ou o segundo capitulo, não fiz estrutura sobre isso, é impulso, é motivo de que tenha já sono e queira dormir.
Hoje vi um tigre asiático, enorme e não lhe pude tirar uma foto do focinho, apenas e repetidamente andava de um lado para outro, sem nunca encarar quem o estava a observar, observava uma multidão a tirarem fotos também a melhor foto, e que tem isto de transcendente. Sempre quero gabar-me para sentir-me um bocado melhor. Mas absorvi tanta informação que deixei de poder falar sobre tudo.
A cultura é boa ou má, até parece que me droguei ou que tomei anis e que foi esse álcool que me fez estar mais criativo. Mas não bebi nem fumei nada de drogas. Apenas tenho sono e alguma frustração porque afinal até quero escrever. Tenho medo do que é inevitável!
martes, 14 de septiembre de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Quase me siento muerto
No esperé más, damos demasiado valor, demasiado todo por quien nos enamoramos y asi quedamos hechos polvo.
Odio este estado de espírito, donde no sé cual camino a seguir. Me siento... Me siento casi a querer no sentir.
Pues digamme porque me siento de esta forma por una situación inconveniente, sin sentimientos, solo puro interese.
Pense que no existia gente tan mala y que pudieras dormir con ellas a tu lado.
Quien me conoce sabe que no soy tan malo para merecer tal cosa. Alguién que me llevo mi alma. Me han robado las ganas.
Por Dios en una ciudad tan grande como es posible, como se puede hacer esto a alguien. Cual libertad cual qué...
Me voy a superar rapidamente, eso lo sé saldré con mucho impulso, como nuevo verdad?
Cuanta gente hay en el mundo dispuesta a amar a construir a ser feliz...
Relaciones destructivas no. No me voy a dejar destruir.
Estoy de regreso a eso que es vivir ya no me voy a sentir muerto. No me voy enamorar de vivir de ser diferente, de conseguir ver esa luz en cada gesto mio. Absolutamente fiel a mi mismo... Fiel a mis principios no sentir asco profundo. Vine a crescer a México y seguiré... Seguiré... seguiré cresciendo pensando que este país tiene algo de bueno, sin dramas sin tapujos, sin perder mi linea.
Como se dice en Portugal "mucha arena para su camioneta", parece mentira. Pero es verdad soy bueno, tendré capacidad de ser feliz.
No voy a pensar nada más no voy a decir nada más. Es tan confuso estar asi sin saber muy bien como vamos a estar.
Donde vamos todos nos quedamos "viejos" y llenos de marcas. Lleno de perdidas y nos hacen daño.
Hay cosas más importantes, la ravia el odio el amor.... No entiendo nada alguien me puede explicar.
Lo voy olvidar lo tengo de olvidar otras cosas reno de sentir.
Los juicios de valor, las escenas el pasado, el futuro, nadie merece mis lagrimas joder estoy harto de esto.
Puta pendejada como dicen acá.. Dios donde estás para protegernos de la gente mala, de la gente que me hace perder mi norte, mi sur, mi rumo, que me absorve la energia que no me deja ser mejor.
La gente solo nos hace daño porque lo hemos permitido...
Odio este estado de espírito, donde no sé cual camino a seguir. Me siento... Me siento casi a querer no sentir.
Pues digamme porque me siento de esta forma por una situación inconveniente, sin sentimientos, solo puro interese.
Pense que no existia gente tan mala y que pudieras dormir con ellas a tu lado.
Quien me conoce sabe que no soy tan malo para merecer tal cosa. Alguién que me llevo mi alma. Me han robado las ganas.
Por Dios en una ciudad tan grande como es posible, como se puede hacer esto a alguien. Cual libertad cual qué...
Me voy a superar rapidamente, eso lo sé saldré con mucho impulso, como nuevo verdad?
Cuanta gente hay en el mundo dispuesta a amar a construir a ser feliz...
Relaciones destructivas no. No me voy a dejar destruir.
Estoy de regreso a eso que es vivir ya no me voy a sentir muerto. No me voy enamorar de vivir de ser diferente, de conseguir ver esa luz en cada gesto mio. Absolutamente fiel a mi mismo... Fiel a mis principios no sentir asco profundo. Vine a crescer a México y seguiré... Seguiré... seguiré cresciendo pensando que este país tiene algo de bueno, sin dramas sin tapujos, sin perder mi linea.
Como se dice en Portugal "mucha arena para su camioneta", parece mentira. Pero es verdad soy bueno, tendré capacidad de ser feliz.
No voy a pensar nada más no voy a decir nada más. Es tan confuso estar asi sin saber muy bien como vamos a estar.
Donde vamos todos nos quedamos "viejos" y llenos de marcas. Lleno de perdidas y nos hacen daño.
Hay cosas más importantes, la ravia el odio el amor.... No entiendo nada alguien me puede explicar.
Lo voy olvidar lo tengo de olvidar otras cosas reno de sentir.
Los juicios de valor, las escenas el pasado, el futuro, nadie merece mis lagrimas joder estoy harto de esto.
Puta pendejada como dicen acá.. Dios donde estás para protegernos de la gente mala, de la gente que me hace perder mi norte, mi sur, mi rumo, que me absorve la energia que no me deja ser mejor.
La gente solo nos hace daño porque lo hemos permitido...
viernes, 5 de marzo de 2010
Os sons do silêncio
Os días cada vez parecem mais días, as hora continuam a ser horas e nada acontece... Ninguém liga, ninguém fala, os silêncios são constantes.
A pergunta é sempre a mesma, viver no limiar do porquê, quando e onde.
A pergunta é sempre a mesma, viver no limiar do porquê, quando e onde.
lunes, 16 de noviembre de 2009
Existir...
Será que alguém pensa em nós? No que sentimos por estar fora de aí?
Sozinhos e com saudades? Como serão as coisas no futuro? Que poderei fazer, estando e deveria desejar estar mais sozinho.
Nascemos para provocar dor e para sentir dor.
Provocamos dor a uns e outros provocam-nos dor a nós.
Se tu não estás poderás existir? Soa muito batido, és o ar que respiro, logo para respirar necessito de ti. Será verdade? Não.
Se tu não estás será que existes? Não da mesma forma.
Com o passar dos anos este tipo de emoções não fazem sentido. Porque a vida é iminentemente curta, também incerta.
Se não estás, não estás, poderás para mim existir se não estás.
Os fluxos do porquê. Não estás não deverias existir de qualquer forma. Mas... o romance, o odor persiste...
O meu coração estremeceu será que já morri?
Chego ou chegamos?
Dias, meses, anos, segundos, minutos, horas, unidade de TEMPO.
Hoje, amanhã ou ontem.
Sozinhos e com saudades? Como serão as coisas no futuro? Que poderei fazer, estando e deveria desejar estar mais sozinho.
Nascemos para provocar dor e para sentir dor.
Provocamos dor a uns e outros provocam-nos dor a nós.
Se tu não estás poderás existir? Soa muito batido, és o ar que respiro, logo para respirar necessito de ti. Será verdade? Não.
Se tu não estás será que existes? Não da mesma forma.
Com o passar dos anos este tipo de emoções não fazem sentido. Porque a vida é iminentemente curta, também incerta.
Se não estás, não estás, poderás para mim existir se não estás.
Os fluxos do porquê. Não estás não deverias existir de qualquer forma. Mas... o romance, o odor persiste...
O meu coração estremeceu será que já morri?
Chego ou chegamos?
Dias, meses, anos, segundos, minutos, horas, unidade de TEMPO.
Hoje, amanhã ou ontem.
Estúpidas
Esse ser de mim que continua a ser nada mais tenho de sair equilibrado. Muito equilibrado. Com palavra!
Quando acordo já é outro dia. Ser objectivo, a rua, a música artificialmente nos ouvidos.
Reescrever, escrever sem ter medo de esquecer alguma coisa. Assim na lingua de Camões.
- Escreve o que é importante agora, neste precíso momento. Não te preocupes com o que escreves-te esta manhã. Não percas tempo com coisas!!!!
Escrever sempre fez com que eu fosse forte, livre, sem dependências, de nada de ninguém. A verdade qual será a verdade?
Não eu sempre soube dizer não! Sem medo de nada.
HASTA LA MUERTE TODO ES VIDA - Miguel Cervantes
A única forma de ter Portugal, seria construir algo digno junto a mim. As culturas, os sabores, os odores, o fascínio pelo belo, pelo colorido.
Todos os dias deveria sair assim. Silenciado multidões, controlando eu o barulho. Sim, sim esqueci-me e não sei onde ficou.
Sim, sim quero viver com a minha liberdade sem pedir nada a niguém.
Natal
Qual será o presente de Natal que vou receber? (14/12/08)
Outra vez a mesma história de sempre.
Chegou e a sorpresa foi dizer...
As tuas mãos não chegam às minhas, não há carinho, não há intensidade, não momentos.
?Cual será el regalo de Navidad que voy a recibir?
Otra vez la misma historia de siempre.
Tus manos no se acercan a las mias, no hay cariño, no hay intensidad, no hay momentos.
Retirar o excesso do interior
Os homens já não são homens. O tempo já não é tempo, é espera. A liberdade já não é liberdade, é um compromisso com regras. O amor já não é amor, e um contrato!
Não fui suficientemente forte para reter o sonho e lutar por ele. Agora o bem estar já não é bem estar! A felicidade agora tem um preço de etiqueta e a verdade é que esse preço já não é um preço propriamente real. É uma realidade inflacionada por impostos!
A religião que eu tinha ou tenho, tanto peço para não sentir este sentimento caótico, claustrofóbico, parece que caminho junto a um abismo!
Não quero estar sozinho, mas também não quero sentir-me um idiota!
Não, não, não, não me entra na cabeça que tenho de agir como um estúpido, um infâme estúpido que não aplica as regras tal como têm de ser! A luz que alguma vez tive na minha vida, agora é um ténue raio de sol que só aparece quando quer.
Já não há choro que me "desafogue", já não há amigo que me aguente. Não há, não há...
Porque tenho de viver desta forma? Há um Deus qie continua a existir a pôr-me à prova a dizer-me um caminho que tenho de seguir e por onde poderia fugir de tudo, de todos, de mim. Fugir de mim? - Que mais bela solução!
Já, já não sei escrever, já não me chega chorar, agora me resta esperar e nada dizer, apenas aceitar. Aceitar aquilo que me dão, que eu aceito por solidão.
Oh Pátria minha de valores, de simbolos, de derrotas e vitórias que se fora um dia, o povo, que esqueceu sem ter sequer entendido se o que realmente passou foi real. Ficaram os símbolos, as tradições, as romarias, os rituais qie tratamos de tentar assimilar.
Pedir a Deus a Paz, aqui no meu interior e perguntar porque me sinto tão mal, tão infeliz, que perdi para me sentir tão sozinho e gritar a dizer que assim não me quero sentir.
Sentir de mim não me atrevo a confiar sentir de mais alguém... mas tenho pânico de deixar de sentir de acordar só e sozinho. Vazio, sem emoção, sem nada. Ponto final de várias estórias que não chego a terminar. A dor, a solidão, a saudade, o tempo, a memória do querer estar bem já não está. Quero estar, mas esse tempo que foi não voltará a ser o que era tempo!?
Saudade de outros tempos, espaço fisíco, cheiro, amor que já não está. Onde estou, acordo e onde vou, que rua? Que cidade, que cama, quem? Quem fica nessa cama essa noite e essa manhã que o teu odor se foi, ninguém está.
Sinto-me sinceramente, não sei como sentir, o amor é um sacrificio? É essa dor constante que me consome o pensamento. Não sei porque me sinto só?
Se existe todo este mundo por descobrir, esse sorriso por desvendar. Não qiero ouvir falar, quero que se vá o mais feio desses pensamentos que paz não me dá.
Queria, queria entender esse desejo de renascer, de viver e falo sempre de mim porque o resto parece acessório...
E quando chegue dizer - não preciso de ti, sozinho posso ver onde vou chegar e como vou sentir e que mais dizer que posso fazer sem te necessitar.
A Arte de viver está em saber criar sem grandes ambições populistas. Criar a tua obra o teu sonho, o teu dizer a vida vai nesse barco e nos calos que soubeste manter. Essa luta diária por criar, por fazer, esse sorriso cheio de emoção de vida, de ti! Não morte e solidão que não possa vencer não há paz que não possa alcançar.
Que humor esse de dizer que nada se passou, quando o tempo e fazer se esgotam... Posso? Não me espanta a ideia!? Mas como fazer? Como posso fazer e assim actuar.
Não quero estar a enganar-me, a criar amarras sobre mim que não existem. Lutar em que guerra, ou que batalha? Ter um sonho que não devo! Ter uma aspiração que se calhar não mereço.
Começar do zero, abrir horizontes sem sacrificios por nada e por NINGUÉM! Viver, viver platonicamente por esse alguém que não existe, que não me telefona porque não existe! Outro e outro e outro e mais outro. Todos rejeitados e quando um me rejeita a mim?
Senhor que dia foi que nasci? Que regras tenho de ter, onde tenho de ir, que plano tenho de fazer? Sozinho quero estar.
Ninguém merece assim viver. Eu não me posso impôr a mim esta forma de viver. Esse medo de receber, esse choro por esse caminho, esses minutos que estou a contar, essa profunda incerteza de não saber que fazer.
Essa força e coerência que não tenho de não saber como fazer. Meu Senhor que fazer? Este caminho onde me vai levar, a quem quero eu enganar. Hipotecar para tudo perder?
Não confio, mas afinal o que se está a passar. Honra, Palavra, Saber?
Porque tenho de estar a sentir? Qual o caminho que devo de seguir, as palavras que tenho de dizer, as explicações que tenho de ouvir ou aguentar em um acreditar cobarde, mediocre. Sem nada, vazio, muito vazio. Não quero!!! Não devo saber onde vou regressar. Não tenho que esperar o meu pensamento, magoar-me a mim mesmo. Penso não querer sofrimento, mas parece que sempre estou a procurar esse coração a sangrar, que tem a perder. Quem tem a perder?
Será que a esta casa tem de chegar? Será qie a mim me terá de amar? Será que a mim me terá de respeitar? Que mundo esse de pensar que assim poderiaser sem ter de abdicar.
Que posso perder que tenho de sofrer é exactamente igual que outras vezes e o mesmo erro estou a cometer.
Tenho medo não sei ,muito bem de quê, se tenho tudo para estar. Apenas procuram um lugar ao Sol, como o tema da Lena de Água. Mas o que não se sabe muito bem é essa letra por letra.
Não sei onde vai esta música. Porque me estou a deixar enganar, porque me estou a deixar enganar, que preguiça, que medo esse que não te deixa viver. Estar seguro de uma dor que não te deixa ver aonde vais tu a correr. Preciso de luta, inspiração por MIM,EU oiço o coração. Que mentira que som que me entropece o caminhar. A resposta será sempre a mesma. Estou bem! A surpresa de chegar, cheguei tipo o meu coração vai animar. Isto é uma doença que eu posso controlar. Não necessito de ninguém. Estou a pagar por mentir-me a mim mesmo, por ser idiota de alguém que não quer estar. Já conheço, não gosto não tenho de estar. E que mais podes esperar de um dia brilhante acordar, estou sozinho não sei quefazer porque, porque... O idiota não soube pensar! O sofrimento e a privação a mim sempre me fez criar. Eu, eu esse que eu esqueci, estupidamente que nem do tempo soube retirar esse atenuar de dor.
Continuo a cometer os mesmos erros nem sequer deveria pedir que bem estava esse dia também. Esse dia que eu sabia existir. Se as coisas fossem fáceis.
Que teatro, de que forma devo esperar?!
O tempo, o horizonte não existe, o maior desafio seria eu aqui existir!
- Faz o esforço de sair!
Quero garantir a minha dor!
Como bom português não preciso de ti para nada...
Não sei porque fraquejei porque perdi tanta da minha força. A minha capacidade de enfrentar e tudo isso superei. Talvez um dia eu possa entender. Foram várias as coisas que pude superar. TU SERÁS UMA COISA MAIS!
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